Bolsas icônicas
Chanel 2.55: o objeto de desejo
Conheça a história da 2.55, o detalhe que a separa da Classic Flap e a diferença entre a vintage e a reedição.

Como nasceu
O nome é a data de criação: fevereiro de 1955 (2.55). Coco Chanel queria uma bolsa prática, que deixasse as mãos livres. Por isso a alça de corrente, entrelaçada com couro, que se usa no ombro. O matelassê virou a assinatura da bolsa. A cor do forro varia conforme o tamanho.
2.55 ou Classic Flap? Olhe o fecho
É a confusão mais comum. A 2.55 tem o fecho retangular de girar, chamado Mademoiselle. A Classic Flap, criada depois, tem o fecho com os dois C entrelaçados. Se o fecho é o CC, é uma Classic Flap.



2.55 vintage ou reedição?
Há dois momentos da 2.55. A vintage, produzida da década de 1950 até os anos 1980, é hoje peça de época. A reedição, lançada em 2005, nos 50 anos do modelo, retoma o desenho com acabamentos atuais. Na mão, algumas diferenças:
- Couro: a vintage costuma ser de cordeiro, liso e macio. A reedição é de bezerro envelhecido, com textura amassada e mais firme.
- Ferragens: a vintage tem ferragens douradas com brilho profundo. A reedição tem acabamento envelhecido ou escurecido e gravação moderna.
- Número de série: a vintage, de antes de meados dos anos 1980, não tem adesivo. A reedição tem (e hoje, placa com microchip).
Nenhum sinal sozinho decide. Para ver os outros, veja o Guia de autenticidade: Chanel.
Se você tem uma 2.55
O valor depende do estado, do tamanho e do período da peça. A Comadres avalia pessoalmente, com hora marcada. Se tiver, traga o cartão, a nota fiscal, o saquinho e a caixa. Ajudam, mas não provam nada sozinhos.
